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Terapeuta explica a importância de uma boa relação em casos de ‘sucessão’

Para especialista, é necessário coabitar o mesmo espaço de maneira saudável, onde o protagonista e o sucessor podem empreender juntos a sua jornada

Passamos pela vida com o objetivo em muitos casos, de se construir algo importante, de fazer parte de algo especial. Há uma busca de adequação ao mercado, para gerar um trabalho de respeito e valor! Muito bem, você conquistou esse espaço, e agora, qual o próximo passo?

Segundo a terapeuta transpessoal Wanessa Moreira, temos um legado que merece ter continuidade, que resulta de anos de empenho e dedicação, e a partir daí vem a necessidade de buscar um sucessor. “Em muitos casos esse sucessor é o filho, em outros, pessoas com cargos de confiança e que fazem parte desta história”, diz.

Mas como é na pratica realizar essa sucessão? Em tempos onde temos uma vida longa e produtiva de trabalho, como esperar chegar ao fim, para que o sucessor assuma? De acordo com a especialista, que também é master mentoring em coaching corpo e mente, nesse momento o sucessor já estará com mais de 40 anos e merece já ter ocupado um espaço de importância no negócio. “No cenário do mercado atual podemos pensar na transição, coabitar o mesmo espaço de maneira saudável, onde o protagonista e o sucessor podem empreender juntos a sua jornada”, orienta.

Para esclarecer mais essa questão, a especialista em orientação pessoal dá um exemplo familiar: “o pai quer que o filho ocupe esse papel, e para garantir que o filho não tenha que passar pelos mesmos desafios que ele, se mantém na liderança até que esse filho esteja pronto. Mas como ver que esse filho está pronto? Para o pai, o filho sempre é o pequeno, e o pai sempre tem mais conhecimento sobre o negócio que veio a partir da busca e empenho dele. Desta forma, fica difícil achar o momento para que a sucessão aconteça”, explica.

Para solucionar isso, a sugestão da especialista é que se vá construindo o território do sucessor em conjunto com o papel do líder, na coabitação do mesmo lugar, onde cada um tem seu território e seu espaço. “Onde o novato pode e tem a condição de trazer uma nova visão de mercado e das tendências, e o líder tem como agregar experiência e sabedoria, onde juntos podem crescer exponencialmente, sem a necessidade de um “passar o bastão” para o outro e perderem a oportunidade de seguirem juntos nessa jornada”, finaliza.

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