Como vender o que você produz em casa e decolar nos negócios

Neste material, o especialista Erik Penna dá dicas sobre como vender produtos feitos em casa e ter sucesso nos negócios.

Erik Penna (Crédito: Davi Rodrigues) ( DINO )

São Paulo, 03/05/2018 –

Segundo o IBGE, há no Brasil atualmente 13,7 milhões de desempregados. Essa realidade acaba criando muitos empreendedores por necessidade que se veem forçados a gerar uma fonte de renda. E vender o que se faz em casa para pagar as contas tem sido a alternativa para muitas pessoas.

Como consultor e palestrante de vendas, costumo sugerir algumas dicas para que o negócio seja viável e rentável. Confira 4 delas a seguir:

1- PESQUISA

O primeiro passo é pesquisar o que já existe de similar no mercado e a faixa de preço que são comercializados itens semelhantes ao que você deseja vender.

Pense em algum diferencial atrativo que seu produto ou serviço precisará ter. O cuidado é para não se tornar mais do mesmo.

2- CUSTO

Antes de vender é preciso comprar bem, saber calcular o preço de custo e a margem de lucro, pontos fundamentais para conquistar o resultado financeiro desejado.

– Custo fixo: é o custo que a pessoa tem, independentemente de realizar vendas. Por exemplo: internet, aluguel do ateliê, água, energia e salário.

– Custo variável: existe em função da produção. Mais produção significa um aumento de custos em materiais e ferramentas. Se tiver menos produção, o custo diminui. Por exemplo: matéria-prima, embalagens e frete.

3- VENDA

É viável conseguir gerar receita em três canais de venda:

– Venda direta: pessoas que você conhece, familiares, amigos e vizinhos devem ser seus primeiros clientes. Não tenha vergonha de oferecer e, se houver alguma crítica nessa etapa, ainda dará tempo de corrigir antes de disponibilizar para uma gama maior de potenciais compradores.

– Venda pela internet: poste fotos nas redes sociais e nos aplicativos do seu celular. Hoje, já existem vários sites gratuitos e exclusivos para venda de produtos feitos em casa.

– Venda para lojistas: visite lojas que já trabalham com itens parecidos e feiras desse segmento. Faça parcerias, deixe seus produtos para vender, ensine os argumentos que devem ser utilizados na venda e divida o lucro. Assim, você foca na produção e eles (lojistas), que já têm o cliente, na venda. Vocês dividem o resultado financeiro e, nesse caso, menos é mais.

4- FORMALIZAÇÃO/MEI

Se você trabalha por conta própria, quer abrir um negócio e formalizar o negócio, pode se tornar um microempreendedor individual (MEI). Basta fazer seu cadastro no site www.portaldoempreendedor.gov.br e, em seguida, receberá seu CNPJ. A partir daí, já é possível emitir nota fiscal possibilitando, assim, a venda de produtos para outras empresas.

Segundo o Sebrae, já são mais de sete milhões de negócios formalizados como MEI. No início de 2018 o microempreendedor individual passou a poder faturar até R$ 81.000,00 por ano. Como obrigação fiscal, precisa pagar apenas uma contribuição mensal (DAS), valor que gira em torno de R$ 50,00 (varia pouco em função da atividade exercida).

O MEI também pode abrir conta da empresa numa instituição financeira, sendo mais fácil realizar empréstimos bancários. Passa também a ter benefícios previdenciários e auxílio doença.

Pense nisso, mãos à obra e ótimos negócios!

* Erik Penna é palestrante de vendas e motivação, especialista em vendas com qualificação internacional, consultor e autor dos livros “A Divertida Arte de Vender”, “Motivação Nota 10”, “21 soluções para potencializar seu negócio”, “Atendimento Mágico – Como Encantar e Surpreender Clientes” e “O Dom de Motivar na Arte de Educar”. Saiba mais sobre motivação e vendas em: www.erikpenna.com.br.

Sobre o palestrante de vendas e motivação Erik Penna

Ministra palestras de vendas e motivação, realiza consultoria, possui MBA em Gestão de Pessoas pela Fundação Getúlio Vargas, pós-graduação em Administração e Marketing pela Universidade Paulista e graduação em Economia pela Universidade de Taubaté.

Aborda nas palestras ensinamentos baseados nas experiências vivenciadas por ele durante a sua carreira como executivo de vendas, professor, escritor, motivador de equipes e gestor corporativo. É autor dos livros “A Divertida Arte de Vender”, “Motivação Nota 10”, “21 soluções para potencializar seu negócio”, “Atendimento Mágico – Como Encantar e Surpreender Clientes”, “O Dom de Motivar na Arte de Educar” e coautor dos livros “Gigantes das Vendas” e “Gigantes da Motivação”.
Site: www.erikpenna.com.br.

Atendimento à imprensa

Patrícia Arantes – RZT Comunicação
www.rztcomunicacao.com.br
[email protected]
Fones: (11) 5051-8142 / 99873-6008

Website: http://www.erikpenna.com.br

One Comment

  1. Seu site é sensacional!! Como faço para criar um site como o seu? Estou vendo alguns layouts e o seu fi o que me agradou mais. Obrigado pelo conteudo de qualidade

    1. Amigo, boa tarde. Primeiramente agradecemos o contato e o carinho. Em relação a plataforma, nossa equipe entrará em contato para auxiliá-lo. Um grande abraço.

  2. I’m sorry. O planeta não está em perigo. Todos os que pensam e agem a partir dessa premissa, de duas, uma: ou são conscientes de que o propósito de fundo é controlar o fluxo global de recursos e riqueza, o que literalmente requer uma compulsória transformação da civilização humana a assumir comportamentos ditados por uma minoria; ou são apenas a imensa massa de manobra facilmente manipulada por estes, ou o que Lênin chamava “carinhosamente” de “idiotas úteis”.

    Já está mais que comprovado que a chamada “sustentabilidade” nada mais é do que a reorganização forçada de toda a infraestrutura de uma nação baseada na premissa de planejamento mais centralizado, maior interferência governamental na vida do cidadão comum e maior manipulação e controle sobre a propriedade e produção privadas. Simples assim. Como a Popy nos contou, é a tal da “Agenda Social obrigatória”… Em termos mais filosóficos, puro “marxismo ambiental”.

    Os fieis – e, em alguns casos, violentos! – seguidores da nova religião global creem que as sociedades atuais devem ser remetidas outras vez ao tempo dos governos feudais, tendo a “mãe natureza” como o princípio organizador central da economia e da sociedade, não mais dos desejos e necessidades humanas, revertendo a proposta de Protágoras e elevando a natureza acima do homem nas políticas públicas, porém fundamentado em mentiras, distorções e manipulações pseudo-científicas.

    Em suma, a velha proposta, re-embalada em um bonito papel de presente, do estado coletivista de Rousseau reinando sobre as liberdades e decisões individuais, rumo a um governo único sobre o planeta. Ou, em termos mais hollywoodianos, é, a “avatarização” do mundo em curso. O Brasil precisa seguir o exemplo de Trump e pará-la imediatamente!

  3. Excelente artigo! Já visitei o seu blog outras vezes, porém nunca
    tinha escrito um comentário. Pus seu blog
    nos meus favoritos para que eu não perca nenhuma atualização.
    Grande abraço!

  4. Concordo com a Cris!!tem muitos casamentos que duram anos não pelo amor mas sim pelo fato de gostar da pessoa!isso gera muitas coisas ruins como traições,frieza na relação, depressão,isso pra mim é comodismo.Diz que ama outra pessoa então fica com a outra pessoa o fato de te casar sabendo que ela te traiu já é um motivo pra ti não gostar tanto assim dela.

  5. Olá boa noite
    Me chamo Anna Lúcia sou de Manaus, gostaria de entrar nesse grupo de WhatsApp sobre Mentoria pois tenho um trabalho científico pra fazer nesse tema e preciso de ajuda sobre o assunto. Desde agradeço!

  6. Pingback: O cliente tem sempre razão. Será? - Pangeia Service
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